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Economista Gil do Vigor Esclarece Polêmica do Pix; Assista ao Vídeo

Gil do Vigor Desmente Fake News e Explica as Novas Regras do Pix

O economista e ex-BBB21, Gil do Vigor, tem se destacado nas redes sociais por sua postura esclarecedora e analítica sobre temas econômicos e financeiros. Recentemente, ele usou suas plataformas digitais para desmentir fake news relacionadas às novas regras do sistema de pagamentos instantâneos, o Pix. Com um vídeo publicado na última quarta-feira (8), Gil trouxe mais clareza sobre a mudança nas normativas e desfez mal-entendidos que estavam circulando na internet.

As Novas Regras do Pix: Monitoramento das Transações

Gil do Vigor foi enfático ao esclarecer que as novas regras não representam nenhuma mudança radical no sistema de Pix, mas sim uma ampliação da transparência das transações financeiras realizadas no Brasil. A principal alteração é que a Receita Federal passará a monitorar transações superiores a R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas, como empresas, bancos e fintechs, incluindo gigantes do setor como Nubank e PicPay.

De acordo com o economista, essa medida já está em vigor de alguma forma, mas o grande diferencial é que, com a nova regulação, o governo ampliará a abrangência da coleta de informações, incluindo as fintechs que antes estavam fora do radar.

Gil do Vigor: “O foco é aumentar a transparência e combater irregularidades”

Em seu vídeo, Gil reforçou o objetivo da medida: garantir mais transparência nas transações financeiras e combater irregularidades fiscais. Para ele, a medida não é inédita, pois os bancos tradicionais já estavam enviando informações para a Receita Federal, mas agora a responsabilidade se estende a outras instituições financeiras, como as fintechs. Ele ainda destacou que isso vai trazer uma maior igualdade de tratamento entre os diferentes tipos de empresas que operam com Pix.

“A medida impacta mais as empresas privadas, as fintechs, porque os bancos já estavam acostumados a enviar essas informações. A mudança está sendo mais voltada para essas novas plataformas, para que todos cumpram suas obrigações tributárias”, explicou Gil, tentando desmistificar a ideia de que seria uma ação restritiva ou punitiva contra o cidadão comum.

A Luta Contra a Sonegação Fiscal

Para o ex-BBB, o principal objetivo dessa mudança é evitar que pessoas ou empresas tentem burlar o sistema tributário brasileiro. “Sabemos que algumas pessoas tentam driblar o sistema”, afirmou Gil, “mas o foco é manter a ordem e a justiça fiscal”. Ele sublinhou que, ao monitorar as transações maiores, o governo pode identificar possíveis tentativas de lavagem de dinheiro, fraudes e outras práticas ilegais que prejudicam a economia nacional.

O economista também destacou que a medida não representa um cerceamento da liberdade financeira das pessoas, mas sim um mecanismo de fiscalização para garantir que todos paguem os impostos devidos, o que é essencial para o funcionamento adequado do sistema tributário.

A Importância da Educação Financeira

Além de esclarecer as mudanças nas regras do Pix, Gil do Vigor também aproveitou para enfatizar a importância da educação financeira na sociedade. Ele lembrou que, para além das novas normas, os cidadãos devem estar cada vez mais informados sobre seus direitos e deveres financeiros. “Ter conhecimento é fundamental para não cair em fake news e entender como as coisas funcionam”, afirmou. Ele ainda reforçou a necessidade de que mais pessoas busquem aprender sobre as ferramentas financeiras disponíveis, como o Pix, para utilizá-las de forma consciente e responsável.

Conclusão: Transparência e Justiça Fiscal

Gil do Vigor tem se consolidado como uma referência de informação e esclarecimento sobre assuntos econômicos, ajudando a desmistificar medidas que, muitas vezes, geram desconfiança no público. Ao explicar as novas regras do Pix e suas implicações, ele contribui para a construção de um cenário de maior transparência financeira, justiça fiscal e combate à sonegação no Brasil. Assim, as mudanças no Pix, ao invés de gerar pânico ou desinformação, devem ser vistas como uma forma de tornar o sistema mais seguro e justo para todos os cidadãos.

Como a mudança na moderação da Meta pode impactar a vida dos influenciadores digitais

Como a mudança na moderação da Meta impacta influenciadores digitais

A recente decisão da Meta de abandonar a checagem de fatos em favor de um sistema de “notas da comunidade” promete transformar a forma como o conteúdo é moderado em suas plataformas. Essa mudança não afeta apenas usuários comuns, mas também pode trazer consequências significativas para influenciadores digitais, que dependem dessas redes para se conectar com seus públicos e monetizar seu trabalho.

O que muda para os influenciadores?

Com o novo modelo, a responsabilidade de apontar conteúdos problemáticos passa a ser da própria comunidade. Isso pode ter implicações diretas para influenciadores em vários aspectos:

  1. Aumento da exposição a críticas públicas
    Influenciadores podem ser alvo de notas da comunidade, que têm potencial de destacar conteúdos considerados controversos. Isso pode prejudicar sua reputação, mesmo em situações de mal-entendidos ou contextos fora de lugar.
  2. Menos segurança contra desinformação
    Com a ausência de checagem de fatos oficial, a disseminação de fake news pode se intensificar. Para influenciadores, isso significa que seus conteúdos podem ser usados de forma distorcida ou até mesmo associados a informações falsas, impactando negativamente sua imagem.
  3. Redução de proteção contra ataques coordenados
    O sistema de “notas da comunidade” pode ser explorado por grupos organizados para atacar influenciadores. Denúncias em massa ou comentários maliciosos podem colocar postagens sob revisão ou até mesmo resultar em restrições de contas.
  4. Mais liberdade, mas com riscos
    A redução na remoção de conteúdos pela Meta pode significar mais liberdade criativa para influenciadores. Porém, essa liberdade vem acompanhada de maior responsabilidade em relação ao que é postado e como isso pode ser interpretado.

Como influenciadores podem se adaptar?

Diante dessas mudanças, influenciadores digitais precisam adotar estratégias para proteger sua imagem e continuar relevantes:

  • Transparência e clareza: Redobre os cuidados com a comunicação para evitar interpretações erradas. Use legendas, disclaimers e fontes confiáveis para embasar conteúdos.
  • Monitoramento constante: Fique de olho em comentários e interações para identificar possíveis ataques coordenados ou feedbacks negativos.
  • Diversificação de plataformas: Evite depender exclusivamente das plataformas da Meta. Expanda sua presença em redes como YouTube, TikTok ou newsletters para alcançar públicos em outros espaços.
  • Parcerias com marcas confiáveis: Estabeleça colaborações com empresas que compartilhem valores alinhados, fortalecendo sua credibilidade diante do público.

Oportunidade ou desafio?

Enquanto alguns veem a mudança como uma oportunidade para maior liberdade criativa, outros enxergam desafios em relação à moderação de conteúdo e à proteção contra desinformação. Para influenciadores, o caminho será equilibrar criatividade com responsabilidade, garantindo que suas vozes permaneçam autênticas e relevantes em um ambiente digital em constante transformação.

E você, como acha que essas mudanças podem afetar os influenciadores que você segue? 💬 Comente no post abaixo:

Como Criar Conteúdo Viral: Mitos, Verdades e Dicas para Sucesso

Como Criar Conteúdo Viral: Mitos, Verdades e Dicas para Sucesso

O conceito de “conteúdo viral” é uma das grandes metas para influenciadores, marcas e criadores de conteúdo nas redes sociais. Em um cenário saturado de informações, gerar algo que se espalhe rapidamente e conquiste uma audiência em massa é um sonho, mas é importante entender os mitos e as verdades sobre esse fenômeno para alcançar o sucesso de forma eficaz.

Neste artigo, vamos desmistificar os mitos e apresentar as verdades sobre como criar conteúdo viral e, mais importante, como utilizar esse poder para construir uma marca sólida e autêntica.

1. Mito: Qualquer conteúdo pode se tornar viral.

A ideia de que qualquer postagem pode alcançar o status de viral é um dos maiores mitos do marketing digital. Embora a viralização dependa de uma série de fatores — como timing, relevância e até mesmo sorte — existem componentes estratégicos que influenciam se um conteúdo tem ou não potencial para se espalhar.

Verdade: Criar um conteúdo viral não é um processo simples ou garantido. Para que algo se torne viral, ele precisa ser altamente envolvente e provocar reações emocionais nas pessoas. Isso pode incluir humor, surpresa, nostalgia ou até mesmo indignação. Além disso, a natureza do conteúdo precisa ressoar com os interesses e os valores de um público específico, o que exige uma compreensão clara da audiência.

2. Mito: Conteúdo viral precisa ser exagerado ou chocante.

É comum associar viralização com conteúdos excessivamente polêmicos ou exagerados. Muitos influenciadores tentam criar algo que chame atenção de maneira exagerada, pensando que isso é sinônimo de viralização.

Verdade: A viralização nem sempre está relacionada a choques ou exageros. Muitas vezes, o conteúdo mais simples e autêntico tem maior potencial de se espalhar. Histórias emocionais, demonstrações de vulnerabilidade ou até mesmo conteúdo educativo com um toque criativo têm grande chance de viralizar, especialmente quando bem executados.

3. Mito: O segredo da viralização está no algoritmo.

Muitos acreditam que entender o algoritmo das redes sociais é o único passo necessário para criar conteúdo viral. Embora a otimização para algoritmos seja importante, ela não garante, por si só, o sucesso de um post.

Verdade: Embora os algoritmos sejam cruciais para a distribuição do conteúdo, o fator humano é o que impulsiona a viralização. O conteúdo precisa ser interessante o suficiente para que as pessoas o compartilhem com seus amigos e seguidores. Ou seja, a criação de conteúdo deve ser focada no valor que ele oferece ao público, não apenas nas estratégias de SEO ou otimização para plataformas como Instagram, TikTok e YouTube.

4. Mito: O conteúdo viral é 100% espontâneo.

Muitas vezes, vemos um vídeo, uma foto ou uma postagem se espalharem rapidamente pela internet e pensamos que isso aconteceu “por acaso”. A realidade é que, em muitos casos, o conteúdo viral é cuidadosamente planejado, testado e otimizado.

Verdade: Embora haja uma certa espontaneidade envolvida na viralização (como no caso de algo realmente inesperado que capte a atenção de todos), muitos criadores de conteúdo estudam padrões, tendências e comportamentos de seu público antes de lançar algo que tenha o potencial de ser compartilhado. Testar diferentes tipos de conteúdo, formatos e horários de postagem pode aumentar significativamente as chances de viralização.

5. Mito: A viralização sempre leva a resultados duradouros.

Criar algo viral pode ser uma grande vitória em termos de visibilidade, mas isso não significa que o impacto será duradouro. A viralização geralmente leva a um pico momentâneo de atenção, que pode desaparecer tão rapidamente quanto surgiu.

Verdade: A viralização é mais eficaz quando integrada a uma estratégia de longo prazo. Aumentar a notoriedade da marca ou do influenciador por meio de conteúdo viral pode ser uma ótima maneira de atrair novos seguidores ou clientes, mas é essencial nutrir esse engajamento com conteúdo contínuo, autêntico e consistente. O conteúdo viral pode ajudar a gerar uma base de seguidores, mas é a interação contínua e o fortalecimento da marca que sustentam esse crescimento.

6. Mito: Quanto mais conteúdo, mais chances de viralizar.

A ideia de que quantidade é mais importante do que qualidade é um erro comum quando se fala em viralização. Muitos influenciadores e marcas acham que postagens constantes, sem um planejamento estratégico, vão aumentar as chances de viralização.

Verdade: A qualidade sempre supera a quantidade quando se trata de criar conteúdo viral. A criação de conteúdo de alto valor, que ressoe com seu público-alvo e se encaixe nas tendências atuais, tem muito mais chances de se espalhar do que postagens aleatórias e sem um propósito claro. Focar na relevância do conteúdo e em sua capacidade de gerar engajamento é a chave.

7. Mito: O humor é a única forma de criar conteúdo viral.

O humor é um dos maiores motivadores para a viralização, mas não é a única abordagem eficaz. Muitos influenciadores e marcas tentam forçar o humor em seus posts, achando que isso garantirá a viralização.

Verdade: Embora o humor seja uma ótima forma de engajar as pessoas, outros elementos também podem ser poderosos na criação de conteúdo viral. Emoções como surpresa, inspiração, empatia ou até mesmo indignação podem provocar reações que levam ao compartilhamento. O segredo é conhecer bem o seu público e entender como ele reage a diferentes tipos de conteúdo.

8. Mito: O conteúdo viral acontece apenas uma vez.

Alguns criadores de conteúdo e marcas acreditam que uma vez que algo se torna viral, esse sucesso não pode ser replicado. A ideia de um “golpe de sorte” prevalece, fazendo com que muitos acreditem que a viralização é algo imprevisível.

Verdade: A viralização não precisa ser um evento único. Criar conteúdo viral pode se tornar uma estratégia contínua quando se compreende as dinâmicas que levam ao sucesso. Muitos influenciadores e marcas criam “episódios virais” ou séries de conteúdos que geram engajamento de forma consistente. Isso exige um profundo conhecimento do comportamento da audiência e a capacidade de inovar.


Dicas para Aumentar as Chances de Criar Conteúdo Viral

Agora que desmistificamos os mitos sobre o conteúdo viral, é hora de olhar para as melhores práticas que podem aumentar suas chances de sucesso:

  1. Entenda seu público – Conheça as preferências, os desejos e as emoções que seu público deseja explorar.
  2. Aposte em conteúdo visual de alta qualidade – O apelo visual pode aumentar drasticamente o engajamento e a viralização.
  3. Use storytelling – Histórias bem contadas têm um grande apelo emocional e são mais propensas a serem compartilhadas.
  4. Siga as tendências – Participar de desafios, memes e outras tendências pode aumentar a visibilidade do seu conteúdo.
  5. Seja autêntico – O público valoriza conteúdos autênticos e genuínos, mais do que algo forçado ou “fabricado”.
  6. Crie conteúdo interativo – Envolva seu público com perguntas, enquetes e conteúdo que os faça interagir diretamente.

Conclusão

Criar conteúdo viral não é uma ciência exata, mas ao entender os mitos e verdades por trás desse fenômeno, você pode aumentar significativamente suas chances de sucesso. A chave para viralizar está em criar algo que ressoe com seu público, seja autêntico, emocionalmente envolvente e bem executado. Não se esqueça de que a viralização pode ser o começo, mas a construção de uma comunidade sólida e engajada é o que garante o sucesso a longo prazo.

Fique atento às tendências, otimize seu conteúdo e, acima de tudo, seja fiel à sua marca e aos seus seguidores. A viralização pode ser uma ferramenta poderosa quando usada com sabedoria!

A Verdade Sobre as Redes Sociais: Impacto na Saúde Mental e Bem-estar

A Verdade Sobre as Redes Sociais: Impacto na Saúde Mental e Bem-estar

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma parte integral de nossas vidas. Elas são um reflexo de nosso cotidiano, uma plataforma para expressão e conexão, e também um ambiente onde interagimos com pessoas de todo o mundo. Contudo, o impacto das redes sociais na saúde mental e no bem-estar das pessoas tem sido objeto de discussão constante. Embora muitos reconheçam os benefícios dessas plataformas, é impossível ignorar os aspectos negativos que elas podem acarretar. Este artigo visa oferecer uma análise aprofundada dos efeitos das redes sociais sobre a saúde mental, comparando-os com a busca pela felicidade, os impactos na autoestima e oferecendo dicas para um uso mais equilibrado e saudável dessas ferramentas.

Redes Sociais e Felicidade: Uma Relação Complexa

Se há algo que as redes sociais oferecem em abundância, é a ilusão de felicidade. Postagens de viagens incríveis, refeições elaboradas, corpos esculpidos e vidas aparentemente perfeitas são comuns nas plataformas digitais. A quantidade de conteúdo que gera comparações é enorme e, muitas vezes, isso leva as pessoas a questionarem suas próprias vidas. Mas, o que realmente isso significa para a felicidade dos usuários?

Estudos sobre o impacto das redes sociais na felicidade revelam um cenário ambíguo. Por um lado, as redes sociais podem ajudar a aumentar a sensação de conexão e apoio social, que são fatores importantes para o bem-estar emocional. A troca de mensagens com amigos e familiares, por exemplo, pode proporcionar uma sensação de pertencimento e apoio emocional, elementos essenciais para a felicidade.

No entanto, por outro lado, o uso excessivo ou inadequado das redes sociais está associado a uma diminuição da felicidade a longo prazo. O “efeito FOMO” (Fear of Missing Out, ou “medo de estar perdendo algo”) é um dos principais culpados. Ao ver os outros se divertindo ou conquistando coisas que parecem impossíveis de alcançar, muitas pessoas se sentem inadequadas ou frustradas. A constante busca pela aprovação externa por meio de curtidas e comentários também pode gerar uma dependência emocional das validações digitais, o que compromete a felicidade real e a sensação de satisfação com a vida.

O Impacto das Redes Sociais na Autoestima e na Comparação Social

Um dos efeitos mais palpáveis das redes sociais é o impacto na autoestima e na forma como nos comparamos com os outros. A comparação social é um comportamento humano natural, mas nas redes sociais, ela é amplificada de maneira exponencial. Ao visualizar o estilo de vida, as realizações e até as imagens cuidadosamente editadas de outras pessoas, muitos usuários acabam internalizando uma visão distorcida do que é “normal” ou “bem-sucedido”. Isso pode levar a uma série de consequências negativas, como:

  • Baixa autoestima: As pessoas começam a se sentir insatisfeitas com suas próprias vidas, achando que não estão atingindo certos padrões sociais ou pessoais.
  • Pressão para se conformar: Muitos usuários, especialmente os mais jovens, podem se sentir pressionados a aderir a tendências de aparência, comportamento ou consumo que não correspondem ao seu verdadeiro eu, o que pode causar dissonância emocional.
  • Cultura da “vida perfeita”: A constante exibição de momentos felizes e bem-sucedidos pode criar uma falsa ideia de que a vida de todos é perfeita, deixando aqueles que enfrentam dificuldades emocionais ou financeiras ainda mais isolados e incompreendidos.

No entanto, a comparação social não precisa ser necessariamente prejudicial. Quando bem administrada, ela pode servir como uma fonte de inspiração e motivação. O problema surge quando a comparação se torna patológica e excessiva, prejudicando a saúde mental e minando o senso de identidade.

Dicas para um Uso mais Saudável das Redes Sociais

A boa notícia é que é possível ter uma relação equilibrada e saudável com as redes sociais. Aqui estão algumas dicas para reduzir os impactos negativos dessas plataformas na saúde mental:

1. Estabeleça Limites de Tempo

O uso excessivo de redes sociais tem sido consistentemente associado a problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Defina um tempo diário ou semanal para acessar suas redes sociais e tente respeitar esses limites. Existem aplicativos que ajudam a monitorar o tempo gasto nas plataformas e a restringir o uso quando necessário.

2. Siga Contas Positivas e Inspiradoras

Em vez de seguir contas que fazem você se sentir inferior ou insatisfeito com sua vida, procure seguir perfis que promovem saúde mental, positividade e autocuidado. Isso pode ajudar a transformar sua experiência online, focando em conteúdo que agrega valor e traz bem-estar.

3. Desative as Notificações

As notificações constantes de novas curtidas, mensagens ou atualizações podem gerar ansiedade e fazer você sentir que precisa estar sempre disponível. Desative as notificações de redes sociais ou configure alertas para apenas os assuntos mais importantes.

4. Faça uma “Desintoxicação Digital”

Tire um tempo longe das redes sociais de forma periódica. Pode ser um dia por semana, ou mesmo uma semana inteira, onde você se desconecta completamente. Durante esse tempo, busque atividades offline, como ler um livro, praticar exercícios físicos, ou sair com amigos.

5. Pratique a Autocompaixão

Ao se deparar com uma postagem que desencadeia sentimentos negativos ou de comparação, lembre-se de que as redes sociais representam uma versão filtrada e idealizada da vida das pessoas. Pratique a autocompaixão, aceitando suas próprias imperfeições e lembrando-se de que você não está sozinho nas dificuldades que enfrenta.

6. Desenvolva o Pensamento Crítico

É essencial desenvolver a capacidade de analisar criticamente o conteúdo que vemos nas redes sociais. Pergunte-se: “O que esse conteúdo representa? Ele é realista? Ele me faz sentir bem ou pior?” Refletir sobre o impacto emocional de cada postagem ajuda a evitar que você se envolva em ciclos de comparação e insatisfação.

7. Foque na Qualidade das Conexões

Redefina o conceito de “conectar-se”. Em vez de acumular seguidores ou curtidas, busque interações mais significativas. Comente de forma genuína em postagens de amigos, participe de discussões construtivas e evite relacionamentos superficiais. As redes sociais devem servir para criar laços autênticos e não para reforçar a solidão.

Conclusão: As redes sociais são uma ferramenta poderosa, com o potencial de enriquecer nossas vidas e conexões sociais. No entanto, elas também apresentam riscos reais à nossa saúde mental, especialmente quando usadas de forma excessiva ou descontrolada. O impacto na autoestima, no bem-estar emocional e na sensação de felicidade está diretamente relacionado à forma como interagimos com essas plataformas. Ao adotar práticas saudáveis de uso, podemos minimizar os efeitos negativos e aproveitar o melhor que as redes sociais têm a oferecer, criando um ambiente mais equilibrado e enriquecedor tanto online quanto offline.

Ao refletir sobre os desafios e as oportunidades proporcionadas pelas redes sociais, somos chamados a ter uma abordagem mais consciente e intencional no uso dessas ferramentas, garantindo que elas sirvam como instrumentos de conexão positiva e crescimento pessoal, e não como fontes de ansiedade e comparação.

Justiça Toma Medida Drástica contra Hackers das Redes Sociais de Cariúcha: Saiba o que Fazer se Acontecer com Você

Justiça ordena devolução das redes sociais de Cariúcha

A Justiça de São Paulo ordenou que a Meta devolva imediatamente o acesso às redes sociais de Cariúcha, influenciadora com mais de 2,6 milhões de seguidores no Instagram, que teve sua conta invadida por hackers. A decisão, com multa diária de R$ 5 mil, visa proteger a influenciadora e seus seguidores, que estavam sendo alvo de golpes financeiros através dos stories do perfil hackeado.

A Decisão Judicial em Detalhes

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) concedeu uma tutela de urgência, obrigando a Meta a bloquear imediatamente o acesso de terceiros à conta da influenciadora e a fornecer à mesma um link para recuperação do perfil no prazo de 24 horas. O tribunal destacou a gravidade do caso, considerando o potencial de danos não só para Cariúcha, mas também para terceiros que poderiam ser enganados pelos falsos investimentos divulgados no perfil hackeado.

Segundo o TJ-SP:

“Configura-se assim urgência e perigo de dano, pois é necessário preservar não apenas os direitos da autora, mas também de terceiros que poderiam ser vítimas dos golpes.”

Com essa decisão, a Meta deve preservar o conteúdo atual da conta e, se necessário, bloqueá-la temporariamente para impedir qualquer alteração feita pelos hackers.

O Golpe de Falsos Investimentos

Os criminosos usaram o perfil de Cariúcha para promover “investimentos” fraudulentos, simulando uma promessa de retorno financeiro garantido. Para enganar os seguidores, eles publicaram no feed, utilizaram fotos da apresentadora e enviaram mensagens diretas, em um esforço coordenado para aumentar a credibilidade do golpe.

O Que Fazer se Sua Conta for Hackeada?

Se você enfrentar uma situação parecida, é crucial agir rapidamente para recuperar o controle e proteger seus seguidores. Aqui estão algumas etapas recomendadas:

  1. Reporte Imediatamente o Incidente: Notifique a plataforma assim que perceber atividades suspeitas na conta. O Instagram e o Facebook, por exemplo, possuem um formulário específico para reportar contas hackeadas.
  2. Solicite Suporte Jurídico se Necessário: Em casos graves, como golpes financeiros ou fraudes em larga escala, considerar um suporte jurídico pode acelerar o processo de recuperação e proteger seus direitos.
  3. Altere Suas Senhas e Habilite a Autenticação em Duas Etapas: Assim que tiver acesso à conta, troque todas as senhas e ative a autenticação em duas etapas, que adiciona uma camada extra de segurança ao exigir um código de confirmação.
  4. Notifique Seus Seguidores: Assim que possível, faça uma publicação informando que sua conta foi invadida e que qualquer conteúdo postado no período do hack não é confiável.
  5. Evite Novas Invasões: Use um e-mail dedicado e seguro para suas redes sociais e, sempre que possível, revise as configurações de privacidade e segurança das plataformas.

A decisão do TJ-SP no caso de Cariúcha serve de exemplo para influenciadores e usuários de redes sociais. Ações rápidas e medidas de segurança são essenciais para minimizar danos e proteger seguidores.